Leia trechos da tradução inédita do manuscrito que documenta a segunda parte da histórica missão científica
Por meio de uma visão decolonial acerca do gênero literário criado pelos viajantes naturalistas no Brasil oitocentista, Lilia Schwarcz mostra não apenas a violência dessas operações, como o silêncio que produziram acerca dos guias que acompanhavam os cientistas.
Figuras essenciais nas expedições científicas, os guias e seus ajudantes são analisados por Chiara Vangelista nos textos e imagens produzidos por dois importantes observadores europeus no Brasil da primeira metade do século XIX, Jean-Baptiste Debret e Hercule Florence.
Leia a dissertação de mestrado de Deborah Pimenta Martins
Em parceria com a BBM, IHF lança versão atualizada do diário de viagem de Hercule Florence, já disponível para aquisição nas principais livrarias — físicas e on-line — do Brasil
Artigo de Pablo Diener e Maria de Fátima Costa estuda o surgimento da categoria da Arte de Viajantes no âmbito das expedições científicas do Século das Luzes, até se constituir num gênero artístico que, nas primeiras décadas do Oitocentos, foi ganhando autonomia e definição
Em busca de conhecer os costumes dos povos nativos e de amostras da fauna e da flora do interior do Brasil os viajantes percorreram ao todo quase 17 mil quilômetros entre 1821 e 1828
Instituto Hercule Florence e a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin recriam a Expedição Langsdorff em mapa interativo